No próximo 25 de setembro, acontece na cidade de Osasco a 3º Edição da Parada do Orgulho LGBT e esta edição terá oficialmente a participação de uma Igreja Evangélica com um trio elétrico em parceria com a ONG Portal pela Vida.
A Comunidade Cristã Nova Esperança, conhecida como CCNE, iniciou-se em São Paulo em 2004 e em Osasco no ano de 2007 sendo uma Igreja Evangélica Pentecostal que prega a Teologia Inclusiva. Para esta comunidade todos são bem-vindos, independente da orientação sexual, cor, raça, acolhendo a diversidade humana.
"Na CCNE podemos ser nós mesmos em nosso encontro com Deus, porque ela é uma Igreja onde todo mundo é tratado por igual, aqui podemos louvar e adorar a Deus sem máscaras", afirma Leandro Vital, Secretário da igreja.
Para mais informações sobre a CCNE OSASCO acessem igrejaccneosasco.blogspot.com
Osasco sem preconceito
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Convite para o 4° aniversário da CCNE - Osasco
A Comunidade Cristã Nova Esperança é uma comunidade evangélica inclusiva, uma igreja que proclama o evangelho acolhedor de Jesus, que inclui os excluidos, restaura vidas e promove uma verdadeira experiência com Deus de amor cujas as misericórdias se renovam a cada manha.
Uma igreja inclusiva é aquela que aceita a diversidade de seus membros, independente de sua orientação sexual, etnia, gênero ou classe social.
Neste mês de Maio a CCNE em Osasco, está celebrando 4 anos de existência na cidade e para comemorar estará realizando varias celebrações especiais. No próximo sábado dia 07 as 20:00 horas acontecerá a abertura oficial dos eventos.
Em suas festividades contará com a presença do Pr. Justino (fundador da CCNE) e de várias igrejas que atendem a diversidade humana do Estado de São Paulo.
Uma igreja inclusiva é aquela que aceita a diversidade de seus membros, independente de sua orientação sexual, etnia, gênero ou classe social.
Neste mês de Maio a CCNE em Osasco, está celebrando 4 anos de existência na cidade e para comemorar estará realizando varias celebrações especiais. No próximo sábado dia 07 as 20:00 horas acontecerá a abertura oficial dos eventos.
Em suas festividades contará com a presença do Pr. Justino (fundador da CCNE) e de várias igrejas que atendem a diversidade humana do Estado de São Paulo.
sábado, 30 de abril de 2011
Pr. Justino - Fundador da CCNE
A Comunidade Cristã Nova Esperança é uma igreja para a diversidade humana.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Relatório que detalha perfil das pessoas com deficiência em 15 municípios paulistas será apresentado dia 3 de Dezembro na OAB/Osasco.
O perfil dos trabalhadores com deficiência de 15 municípios da região metropolitana de São Paulo será apresentado no próximo dia 3, Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, num encontro na subseção Osasco da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). O Observatório do Trabalho de Osasco apresentará uma análise inédita dos dados da RAIS (Relação Anual de Informações Sociais) de 2007, que mostram o nível de escolaridade, a renda e outras informações sobre 6.310 pessoas com deficiência que estavam trabalhando naquele ano. O encontro é organizado pela OAB, Espaço da Cidadania e parceiros.
Uma das surpresas encontrada é a relação entre nível de escolaridade e posto ocupado pela pessoa com deficiência. O estudo constatou uma sub-utilização de pessoas com deficiência com formação em postos de trabalho que exigem menor qualificação. A constatação derruba constante insinuação de que tais pessoas não teriam formação, o que dificultaria sua inserção no mercado de trabalho.
“O Observatório é pioneiro nesse levantamento e vai mostrar o “caminho das pedras” para os participantes do evento na OAB que atuam em outros municípios brasileiros e queiram obter tais informações do Ministério do Trabalho, já que esses dados são de interesse social”, afirma o coordenador do Espaço da Cidadania, Carlos Aparício Clemente.
Convenção da ONU – O Dia Internacional será lembrado em diversos países, já que há 650 milhões de pessoas com deficiência no mundo, 450 milhões delas em idade produtiva. Em muitos desses países, incluindo o Brasil, tais pessoas têm seus direitos assegurados pela legislação nacional e internacional, como a Convenção da ONU (Organização das Nações Unidas), que garante a elas o direito “à oportunidade de se manter com um trabalho de sua livre escolha ou aceito no mercado laboral em ambiente de trabalho que seja aberto, inclusivo e acessível a pessoas com deficiência”.
Em 2007 o Brasil possuía cerca de 27 milhões de pessoas com deficiência e 16,7 milhões estava em idade de trabalhar. A RAIS indicava que apenas 348,8 mil estavam no mercado formal representando menos de 1% dos trabalhadores de todos os estabelecimentos do Brasil.
Os participantes do encontro na OAB-Osasco irão também obter informações sobre a Convenção e as formas de garantir sua aplicação.
O encontro também terá apresentações culturais realizadas por grupos de pessoas com deficiência. Programação completa está em anexo.
Inscrições – Os interessados em participar do encontro devem se inscrever até segunda-feira, 30, pelo e-mail ecidadania@ecidadania.org.br e também na OAB/Osasco com Regis, fone 11-3683-4736 e no CMAPPD/Osasco no e-mail cmappdosasco@gmail.com ou fone 0800-7268606 com Francisca. (Informar no ato da inscrição o nome, organização/entidade, cidade, telefone e e-mail) Quem se inscrever no prazo receberá um kit com a cartilha “Conviva com a Diferença” e um vídeo sobre o 2º Mutirão pela Inclusão, realizado pelo Espaço da Cidadania e 43 parceiros pela inclusão.
Serviço:
Encontro na OAB-Osasco no Dia Internacional da Pessoa com Deficiência
Data: 3 de dezembro
Horário: 8:30h as 12:30 horas
Local: Av. das Flores, 707 – Osasco (ao lado do Fórum)
Inscrições: até 30 de novembro, pelo e-mail ecidadania@ecidadania.org.br.
Uma das surpresas encontrada é a relação entre nível de escolaridade e posto ocupado pela pessoa com deficiência. O estudo constatou uma sub-utilização de pessoas com deficiência com formação em postos de trabalho que exigem menor qualificação. A constatação derruba constante insinuação de que tais pessoas não teriam formação, o que dificultaria sua inserção no mercado de trabalho.
“O Observatório é pioneiro nesse levantamento e vai mostrar o “caminho das pedras” para os participantes do evento na OAB que atuam em outros municípios brasileiros e queiram obter tais informações do Ministério do Trabalho, já que esses dados são de interesse social”, afirma o coordenador do Espaço da Cidadania, Carlos Aparício Clemente.
Convenção da ONU – O Dia Internacional será lembrado em diversos países, já que há 650 milhões de pessoas com deficiência no mundo, 450 milhões delas em idade produtiva. Em muitos desses países, incluindo o Brasil, tais pessoas têm seus direitos assegurados pela legislação nacional e internacional, como a Convenção da ONU (Organização das Nações Unidas), que garante a elas o direito “à oportunidade de se manter com um trabalho de sua livre escolha ou aceito no mercado laboral em ambiente de trabalho que seja aberto, inclusivo e acessível a pessoas com deficiência”.
Em 2007 o Brasil possuía cerca de 27 milhões de pessoas com deficiência e 16,7 milhões estava em idade de trabalhar. A RAIS indicava que apenas 348,8 mil estavam no mercado formal representando menos de 1% dos trabalhadores de todos os estabelecimentos do Brasil.
Os participantes do encontro na OAB-Osasco irão também obter informações sobre a Convenção e as formas de garantir sua aplicação.
O encontro também terá apresentações culturais realizadas por grupos de pessoas com deficiência. Programação completa está em anexo.
Inscrições – Os interessados em participar do encontro devem se inscrever até segunda-feira, 30, pelo e-mail ecidadania@ecidadania.org.br e também na OAB/Osasco com Regis, fone 11-3683-4736 e no CMAPPD/Osasco no e-mail cmappdosasco@gmail.com ou fone 0800-7268606 com Francisca. (Informar no ato da inscrição o nome, organização/entidade, cidade, telefone e e-mail) Quem se inscrever no prazo receberá um kit com a cartilha “Conviva com a Diferença” e um vídeo sobre o 2º Mutirão pela Inclusão, realizado pelo Espaço da Cidadania e 43 parceiros pela inclusão.
Serviço:
Encontro na OAB-Osasco no Dia Internacional da Pessoa com Deficiência
Data: 3 de dezembro
Horário: 8:30h as 12:30 horas
Local: Av. das Flores, 707 – Osasco (ao lado do Fórum)
Inscrições: até 30 de novembro, pelo e-mail ecidadania@ecidadania.org.br.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Pastores gay falam sobre o seu casamento na Rede Tv.
No dia 11/11/09, os pastores gays Marcos Gladstone, 33, e Fábio de Souza, 30, foram ao programa "Manhã Maior", da Rede TV!, para falar um pouco mais sobre seu casamento, que acontecerá no dia 20, sexta, no Rio de Janeiro.
O apresentador Arthur Veríssimo, logo de inicio, questionou sobre como os noivos lidam com o preconceito, visto que sofrem em dobro, por serem evangélicos e gays. "Primeiramente gostaria de dizer que tenho orgulho de ser homossexual. Muitos de nós não temos um lugar para se congregar, uma igreja. Se o homossexual vai numa igreja tradicional vai ser banido, por isso abrimos nossa Igreja [Igreja Cristã Contemporânea], que cresceu por causa do nosso amor", disse Marcos.
Já o pastor Fábio contou que por muitos anos foi pastor de outra Igreja, que não aceitava sua homossexualidade. "Lá eu me sentia diferente, por isso decidi sair. Desde criança já sabia que era gay, e tentei de varias maneiras me livrar disso, mas não consegui porque Deus me fez assim".
O programa contou ainda com a presença do jornalista Felipeh Campos, que se casou em abril de 2008 em uma cerimônia religiosa. Felipeh afirmou que a união dos pastores é uma forma de derrubar o preconceito, e ainda revelou que manifestações isoladas surtem mais efeito do que uma Parada Gay, por exemplo.
"Eu não sou a favor da Parada Gay, porque acredito muito mais em manifestações isoladas, pequenas, que vão dar muito mais retorno. Não retorno pra mim, mas para uma sociedade".
A produção do "Manhã Maior" aproveitou também para ir às ruas saber a opinião das pessoas quanto ao casamento gay. De inicio, as opiniões estavam divididas. Porém, quando eram alertadas pelo repórter que se tratava de dois pastores que iriam se casar, algumas pessoas mudavam sua opinião criticando a postura de Fabio e Marcos, por se tratar de uma realização "contraditória às leis de Deus".
No site do programa foi criada também a seguinte enquete: "Você concorda com o casamento gay entre pastores evangélicos?". O resultado? Sem novidades, 16% dos internautas votaram a favor, enquanto 83% são contra.
O apresentador Arthur Veríssimo, logo de inicio, questionou sobre como os noivos lidam com o preconceito, visto que sofrem em dobro, por serem evangélicos e gays. "Primeiramente gostaria de dizer que tenho orgulho de ser homossexual. Muitos de nós não temos um lugar para se congregar, uma igreja. Se o homossexual vai numa igreja tradicional vai ser banido, por isso abrimos nossa Igreja [Igreja Cristã Contemporânea], que cresceu por causa do nosso amor", disse Marcos.
Já o pastor Fábio contou que por muitos anos foi pastor de outra Igreja, que não aceitava sua homossexualidade. "Lá eu me sentia diferente, por isso decidi sair. Desde criança já sabia que era gay, e tentei de varias maneiras me livrar disso, mas não consegui porque Deus me fez assim".
O programa contou ainda com a presença do jornalista Felipeh Campos, que se casou em abril de 2008 em uma cerimônia religiosa. Felipeh afirmou que a união dos pastores é uma forma de derrubar o preconceito, e ainda revelou que manifestações isoladas surtem mais efeito do que uma Parada Gay, por exemplo.
"Eu não sou a favor da Parada Gay, porque acredito muito mais em manifestações isoladas, pequenas, que vão dar muito mais retorno. Não retorno pra mim, mas para uma sociedade".
A produção do "Manhã Maior" aproveitou também para ir às ruas saber a opinião das pessoas quanto ao casamento gay. De inicio, as opiniões estavam divididas. Porém, quando eram alertadas pelo repórter que se tratava de dois pastores que iriam se casar, algumas pessoas mudavam sua opinião criticando a postura de Fabio e Marcos, por se tratar de uma realização "contraditória às leis de Deus".
No site do programa foi criada também a seguinte enquete: "Você concorda com o casamento gay entre pastores evangélicos?". O resultado? Sem novidades, 16% dos internautas votaram a favor, enquanto 83% são contra.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
A Biblia condena a homossexualidade?
Não, quando você explora (estuda) a Bíblia você descobri que nela não há nenhum tipo de condenação à homossexualidade; como é conhecida nos dias atuais, mas sim ira descobrir que a Bíblia contém muitas passagens que são afirmações positivas de amor, compaixão e heroísmo em relação aos homossexuais.
Como surgiu a idéia de condenação da homossexualidade? Philo, que foi um importante pesquisador do Judaísmo, e que viveu entre 20 AC ate 50 DC teve uma grande influência na interpretação bíblica. Em relação à sexualidade ele ensinou que uma das funções primárias de todo homem era a procriação e que toda e qualquer expressão sexual que não produzisse descendência legítima era “antinatural”. Em um contexto onde a violência de vizinhos contra vizinhos era muito comum e onde o tamanho de sua família (principalmente os filhos e suas famílias) garantiria proteção, onde a única segurança e amparo dispensados aos idosos dependeriam de seus filhos e netos, é extremamente fácil de se perceber a importância de se ter uma abundante descendência.
Se a condenação à Homossexualidade é uma idéia da Antiguidade, porque muitas Igrejas ainda a ensinam hoje em dia? Tradição! Tradição foi definida como a homenagem que se presta aos mortos. Baseando seus ensinamentos nos ensinamentos de Philo e de outros, a Igreja tem mantido as suas portas fechadas aos homossexuais durante a maior parte dos últimos dois mil anos. Pior ainda: a história está repleta de relatos de atos lastimáveis e tortura perpetrados contra homossexuais, sem mencionar as execuções. Os pesquisadores heterossexuais não tiveram razão para pesquisar o que a Bíblia diz a respeito da homossexualidade e dos homossexuais. Caso pesquisadores homossexuais tivessem pesquisado este assunto, teriam certamente sido perseguidos e seriam eles mesmos vitima de perseguição e execução.
Como surgiu a idéia de condenação da homossexualidade? Philo, que foi um importante pesquisador do Judaísmo, e que viveu entre 20 AC ate 50 DC teve uma grande influência na interpretação bíblica. Em relação à sexualidade ele ensinou que uma das funções primárias de todo homem era a procriação e que toda e qualquer expressão sexual que não produzisse descendência legítima era “antinatural”. Em um contexto onde a violência de vizinhos contra vizinhos era muito comum e onde o tamanho de sua família (principalmente os filhos e suas famílias) garantiria proteção, onde a única segurança e amparo dispensados aos idosos dependeriam de seus filhos e netos, é extremamente fácil de se perceber a importância de se ter uma abundante descendência.
Se a condenação à Homossexualidade é uma idéia da Antiguidade, porque muitas Igrejas ainda a ensinam hoje em dia? Tradição! Tradição foi definida como a homenagem que se presta aos mortos. Baseando seus ensinamentos nos ensinamentos de Philo e de outros, a Igreja tem mantido as suas portas fechadas aos homossexuais durante a maior parte dos últimos dois mil anos. Pior ainda: a história está repleta de relatos de atos lastimáveis e tortura perpetrados contra homossexuais, sem mencionar as execuções. Os pesquisadores heterossexuais não tiveram razão para pesquisar o que a Bíblia diz a respeito da homossexualidade e dos homossexuais. Caso pesquisadores homossexuais tivessem pesquisado este assunto, teriam certamente sido perseguidos e seriam eles mesmos vitima de perseguição e execução.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Igreja Inclusiva ou Igreja Gay?
Hoje em dia ouço falar muito sobre Igrejas Inclusivas e Teologia Inclusiva, mas o que seria uma igreja inclusiva?
Antes de tudo é muito importante lembrar que uma igreja inclusiva não se restringe a uma determinada classe ou grupo de pessoas, ela é aberta para a diversidade do ser humano (pobres ou ricos, brancos ou negros, crianças ou idosos, heterossexuais ou homossexuais). A teologia inclusiva é voltada para todas as pessoas que são excluídas da sociedade.
O conceito de igreja inclusiva tem sido muito deturpado, principalmente pelas igrejas tradicionais (fundamentalistas). Igreja inclusiva não é "igreja gay", mas uma igreja onde todos os que foram excluídos de suas igrejas de origem podem novamente pertencer a uma comunidade de fé. Se as igrejas inclusivas são de maioria LGBT, é porque é grande o preconceito sexual, grande é a homofobia, que tem impedido que os heterossexuais se acheguem. Contudo, muitas das igrejas inclusivas já têm heterossexuais integradas na comunidade confessando a mesma fé em Jesus Cristo.
Com o trabalho dessas igrejas, percebo que cada vez mais cresce a restauração dos laços familiares: pais e filhos têm encontrado novamente o diálogo, o amor, a compreensão, enfim, estão restaurando o convívio familiar que outrora não tinham.
Não tenho dúvidas que as igrejas inclusivas têm proporcionado ao povo excluído um lugar seguro e saudável para cultuar e exercer a sua fé.
Conheça mais sobre as igrejas inclusivas através do site:
http://www.ccne.org.br/
http://www.ceavito.com/
Antes de tudo é muito importante lembrar que uma igreja inclusiva não se restringe a uma determinada classe ou grupo de pessoas, ela é aberta para a diversidade do ser humano (pobres ou ricos, brancos ou negros, crianças ou idosos, heterossexuais ou homossexuais). A teologia inclusiva é voltada para todas as pessoas que são excluídas da sociedade.
O conceito de igreja inclusiva tem sido muito deturpado, principalmente pelas igrejas tradicionais (fundamentalistas). Igreja inclusiva não é "igreja gay", mas uma igreja onde todos os que foram excluídos de suas igrejas de origem podem novamente pertencer a uma comunidade de fé. Se as igrejas inclusivas são de maioria LGBT, é porque é grande o preconceito sexual, grande é a homofobia, que tem impedido que os heterossexuais se acheguem. Contudo, muitas das igrejas inclusivas já têm heterossexuais integradas na comunidade confessando a mesma fé em Jesus Cristo.
Com o trabalho dessas igrejas, percebo que cada vez mais cresce a restauração dos laços familiares: pais e filhos têm encontrado novamente o diálogo, o amor, a compreensão, enfim, estão restaurando o convívio familiar que outrora não tinham.
Não tenho dúvidas que as igrejas inclusivas têm proporcionado ao povo excluído um lugar seguro e saudável para cultuar e exercer a sua fé.
Conheça mais sobre as igrejas inclusivas através do site:
http://www.ccne.org.br/
http://www.ceavito.com/
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